domingo, 31 de maio de 2009

Sarau Palmarino

Salve!!!
ontem estive participando do Sarau Circulo Palmarino no Jardim Santo Eduardo, que noite maravilhosa, muito bom o sarau e por lá encontrei com vários amigos.

Se liga nas fotos.

Dj Kurtis



Rodrigo A . v


Ledvalentim

Brenda

Junho

Alternawell

Euller
Drik´s

Lobão
Deosdete

sábado, 30 de maio de 2009

Allan da Rosa no Entrelinhas

Allan da Rosa, é entrevistado no programa Entrelinhas.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

RPB Festival Rio

Clique p/ ampliar
O Bonde não pára! RPB Festival, o maior festival de novos talentos do rap, o único do gênero em território nacional, vem com a missão de abrir espaço para a música que embala o movimento Hip Hop e seus porta-vozes darem seu recado e mostrarem seu talento. Realizado pela CUFA – Central Única das Favelas – nos 27 estados do País, o RPB Festival promoverá no mês de junho de 2009 as eliminatórias estaduais que classificarão para a final Nacional. No dia 27 de setembro, sob o Viaduto Negrão de Lima (em Madureira, Rio de Janeiro-RJ), no Centro Cultural da CUFA, adeptos do Hip Hop de todo o País se reunirão para elegerem juntos a cara e o som da nova geração do rap nacional.

RAP POPULAR BRASILEIRO
PREMIAÇÃO EM DINHEIRO :
1º LUGAR R$ 2.000,00
2º LUGAR R$ 1.000,00
3º LUGAR R$ 500,00


Mais informação: http://www.rpbfestivalrio.blogspot.com/
O Rap Brasileiro nunca mais será o mesmo!

Quem viu, viu
Ontem o grupo Versão popular deu entrevista na Radio 105 FM, no programa Balanço Rap, o time V. P representou como sempre, Salve família é isso mesmo, o hip hop está vivão ou melhor sempre esteve.

Boa sorte na Caminhada.


Fuzzil

sábado, 23 de maio de 2009

DIA 25/05 AS 20:00
VERSÃO POPULAR
NA 105.1 FM NO BALANÇO RAP
PROGRAMA DO PAULO BROWN

É mais um grupo do extremo sul de São Paulo;
Cinco integrantes, ou seja, um time de periferia
Jogando sempre a favor da simplicidade do povo brasileiro
Com o intuito de trazer novos ouvintes a musica rap;

Cocão, COHAB São Luis
DJ Zeca, Jardim Jangadeiro
Preto Will, Jardim Letícia
Kelly e Leandro representando o Grajaú
Da a formação ao grupo Versão Popular!.

Perto de completar dez anos de caminhada,
Trabalham seu primeiro disco, o qual o titulo
Quem viu, viu , Ouviu também
Diz tudo por eles, e por muitos
Que sobrevivem No cotidiano.
O disco terá algumas participações de nome como:
O Rapper e produtor “B. Valente”
Que há algum tempo soma nas produções com Cocão
Nego Chic que representa o grupo de rap,‘ Os Guerreiroz ”
Terá sua voz e malandragem em uma das faixas:
Sem esquecer da presença ilustre do mestre da poesia
Sergio Vaz, líder e fundador do sarau da cooperifa,
É quem abrira uma das musicas com um dos seus poemas;

O grupo também freqüenta o sarau da cooperifa,
Local onde Cocão diz ter suas letras lapidadas
Com batidas diversificadas, e idéias contundentes

Os mesmos se esforçam para chegar e
Ficarem com nome no cenário rap.

Da rua pra família é nois mesmo!

CONTATOS: (11) 9391-3503 MAURO

favelanopodio@hotmail.com
vp_producoes@hotmail.com
www.buscamp3.com.br/versaopopular
http://francorimador.blogspot.com

Fonte: http://dulixo13.blogspot.com/

Quilombo agora

Capão Redondo
Feio e bonito


Capão Redondo
Inferno e paraíso

Capão redondo
Ferrez e Sentimento de fúria

Da casa do S.J
Vejo o jangadeiro

No coração do nego chic
Urra a ira dos guerreiros

Vai meu capão
Meu capão brasileiro

Deixe de ser senzala
Pra ser quilombo agora.


Paulo Kauim

Cachorro louco atrás de um troco

quinta-feira, 21 de maio de 2009

De olho na rua! Foto: Fuzzil

Há mais de dois meses venho observando um terreno no parque Santo Antônio, onde era o posto de Gasolina BR, hoje encontra se abandonado, e o que me chamou atenção foi a falta de respeito de algumas pessoas, muitos estão jogando lixo e entulho no local.
Quem passa pela rua: Deocleciano de Oliveira Filho, (altura do numero 626) se espantam ao ver uma enorme contidade de lixo, e o que preocupa são os Ratos, pois sabemos que eles causa leptospirose, eles invadem a casa dos vizinhos e fazendo a festa.
Tonhão, morador do bairro a mais de 20 anos, diz que isso é uma vergonha, o povo tem que se conscientizar, está causando um mau a todos nos, inclusive para o meio ambiente e as crianças que passam para ir à escola.
Jefferson, também morador do bairro disse que um homem jogou um pouco de entulho e aí foi à deixa, outros por impulso, ou melhor por ignorância também jogaram.

Esperamos que alguém tome uma providencia, pois a coisa lá está
feia.

Fuzzil

terça-feira, 19 de maio de 2009

Tristeza

A tristeza sempre bate
em minha porta...
Às vezes ela entra e
se instala...
Tenho que diblá-la
todos os dias....
Vou a procura do que gosto...
Quero estar perto das pessoas que amo...
Mas infelizmente...
Muitas vezes, essas não são
as melhores saídas...
À vezes te deixam mais triste ainda...
Algumas vezes falam contigo...
Outras fingi que não te ver.
Outras ainda te ignoram...
Como se você não fosse nada...
"Pra que dar atenção, não é?"
Quero o banho do mar
para lavar meus pensamentos...
Quero um abraço amigo...
à consolar-me dessa tristeza...
Quero Deus em minha vida...
Para acalmar meu coração...
Quero um pouquinho de você...
Para acalmar o amor que sinto....
Será que posso?

:: Bom dia, FELA ::

:: Bom dia, FELA ::
:: a todos os FELAS do mundo ::

Bom dia, FELA
Bem vindo a toda esta merda chamada Brasil!

Filho disperso,
onde quer que esteja assentado meu rosto coberto de passado
Ouço tuas palavras proféticas
se materializando nessa nossa Mãe traída.
Por onde quer que eu vá
carrego também o cheiro dos esgotos dessa África que te coube
Transporto em meu próprio semblante
o fenótipo comum desses parentes baixos
Que tentaram de todas as formas
embranquecer tua negrura presidencial.

Eles não acreditam que você carrega a morte no bolso...

Sinto na pele que é mesmo verdade
tuas rajadas de ironia e sarcasmo
Por onde transito, na condição de seu semelhante,
não se vive sem, diariamente,
Aspirar as impurezas relativas do ar.

Justamente por isso você renasce, a cada dia,
No som em desalinho que trafica tua inquietação
para outras terras madrastas.

A despeito do espaço e do tempo
que me separam de ti em matéria bruta
Sei que, por assim dizer, teu sopro sonoro é tua arma,
parindo meu coração em conflito
Tua poesia é uma corrente confortante, lembrando,
despertando, recolhendo-me...

Não me harmonizo nos acordes tramados de cima pra baixo.

De narinas abertas ao vento contrário que sopra
Da imensa corrente ocidental
que lava as almas perdidas de rumo,
Respiro atento a velha bosta fedorenta
da submissão que atola os distraídos.

Boa tarde, FELA
Agora chego mais perto,
para que eu possa tocar sem receio teu significado.

Tenho encontrado aqui
a mesma escória que tem colocado a África andando pra trás.
Circulo nas ruas com o mesmo cuidado e a malandragem de sempre.
É preciso estar ligeiro na esquiva, para não tomar porrada na cara.
Ver com os olhos da nuca,
para não haver facas enterradas nas costas descobertas!

Os vermes pós-coloniais que se multiplicam em nosso meio ambiente
Se reproduzem dos mesmos parasitas daninhos
que macularam tua história
Que agrediram por demais o teu templo
Na tentativa de alcançar o altar profundo de tua alma
intocável de tão confiável!

A latrina do mundo grego e seus multiplicadores negros,
Do lado de cá do teu mundo, se estendem velozes a me procurar.
Também se prolifera pelos quintais dos nossos homens decentes
a escória universal.

Aqui, nesta fatia de país chamada exclusão,
passeio ao noturno dos dias
Sob a visão de corpos pretos putrefatos iluminados ao luar.
Também ergui monumentos de ira...
Por não revelarem a face tão familiar do soldado desconhecido
Que nos extermina como insetos em praça pública.

Nas paisagens dos jardins do entorno das mansões insensatas
Os ladrões internacionais estão ao telefone,
Tramando a grande confraternização
do renascimento da raça que nunca morreu.

Nossos militantes galantes e doutores abnegados
estão de olhos inclinados
A espera da viagem oficial em primeira classe
e do aconchego da suíte de luxo.
Esperançosos como galinhas que lutam grão por grão
Do milho caído do alto das mãos
dos que lhes engordam para o abate.

Tudo devidamente pago
pelas migalhas da fraternidade do patrão ocidental.
Tudo sob encomenda
para a preservação do turismo ao inferno.
Tudo sob a promessa de solidariedade
aos molekes que traíram os heróis traídos!

Nas calçadas arborizadas do centro cívico do oportunismo,
Os vândalos empossados
aproveitam a brisa que brota do centro da ambição.
Eles se servem do discurso nacional
adoçado no chá do esquecimento.

Os mesmos vagabundos também, aqui, estão no poder,
Atraindo as almas sebosas formadas em filas compridas e sorridentes,
Moscas felizes que sobrevoam rasantes as fezes que sufocam os ares
A espera da hora exata de lamber as botas do chefe,
A espera da hora oculta de oferendar a delação premiada!

Boa noite, FELA
Queira sentar-se comigo, para uma caneca do café forte
Que perfuma o ar denso das noites de visita do santo ofício.

Permita-me um dedo de prosa
regada ao amargo de minhas lembranças,
Que vazam pelo caldo escuro da divergência que me mantém vivo,
Filtrado na bandagem das feridas
abertas desde as estocadas antepassadas.

A vigília é constante
aos que compram e vendem a vida dos outros,
Que etiquetam as consciências
com os algarismos baratos das mentalidades coloniais.

Mas ainda não perdi a calma, Presidente.
A coluna ereta e a cabeça ao alto
são os vestígios da minha permanência

Ainda que cada dia que passa
seja a véspera da hora do sinal do general em comando,
Para que barbarizem as colunas de minha República Kalakuta;
Para que lancem os meus restos do andar mais alto
quebrando os ossos de meu sono
Expurgada a insônia na aurora de minha morada em chamas.

Bom dia, Irmão
Pode ter certeza que nunca oferecerei a outra face.

Nos descaminhos do revide,
reparto meus nãos com os descontentes.
Aprendo, com um elo que vem de você,
a verdade sisuda da África que Incomoda
Revelada nas nódoas de sangue
das fardas dos que cortaram as cabeças.

Teu corpo escuro presente empalidece
a falácia arrogante do renascimento
Dos que nunca morreram
na luta pela unificação das demandas.
Teu pan-africanismo implosivo
faz as elites pós-coloniais caírem para dentro.
Soterra em si mesmos os que,
na surdina covarde e na conspiração barulhenta,
Explodiram a reunião dos rebelados com causa.

Estou ansioso para colocar minha comuna no centro do universo.
Rejeito categoricamente
a estrada marginal que me guiava para fora do problema.
Desconfio da beleza sem tensão
que tem tomado esta palavra -periferia

Sim, Parceiro,
Eu sei que sou o centro do problema.

Minha larga avenida central pavimenta os preconceitos
rumo ao olho do furacão.

Meu andar esguio de fera indomável expele os macacos
que saltam pedindo bananas.
A febre amarela e a extensão da malária
não afetaram meu cavalheirismo,
Porque a minha gentileza de pantera não admite
que me afaguem feito um bichano.

Boa tarde, Fela

Em mim já nasceu, está nascendo e nascerá
teu movimento do povo.
Afinal também faço parte do teu povo em movimento...


Nelson Maca

Se liga no blog Gramatica da Ira
http://www.gramaticadaira.blogspot.com/

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Salve!!

Ontem Domingo dia 17/05/09 enquanto muitos estavam trancados dentro de casa sendo manipulados pela TV, o bicho pegava lá na Cidade Ademar, pela primeira vez fui no sarau da Ademar e confesso que tremi, tremi de felicidade pois estava maravilhoso, tanta gente bonita, tantos poetas e poetisas, tantos poemas lindos que estou curtindo até agora.
Por lá encontrei vários amigos, e também conheci o escritor Rui Mascarenhas, autor do livro " MEIOHOMEM", quenoite gostosa o sarau foi mil grau e espero poder voltar outras vezes e declamar meus poemas com essa gente bonita, valeu pelo convite e pela consideração.

Um forte abraço de Fuzzil

Lígia

Fuzzil

Casal 20

juliana (Juma)

Rui Mascarenhas

Dongo

Paulinho e Brau Mendonsa

Camila

Silvania
Diú

Anexo Verbal

Drix

Lú Souza
Bruxa

Juninho ( Circulo Palmarino)

Andreia

Walquiria e Prof: Toninho


Paulo Serra (Paulinho)


Daniel

Anne


Daniel

André e Adriana



Ana Paula e Seu Lorival


Lid´s e Fuzzil



Renata Dias e Fuzzil