quarta-feira, 29 de outubro de 2008

domingo, 26 de outubro de 2008

sábado, 25 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Aniversário da Cooperifa

O bolo














Paulo Kauim e Fuzzil














Ferrez e Marcelino Freire














Lirinha do Cordel do fogo encantado














Ferrez e Fuzzil














Robson Canto de canto















Paulo Kauim e Sérgio Vaz















Ferrez


A casa Lotada















Cocão














Mavot e Jura

Lavagem..não obrigado!!

Descendo pelas ruas no meu dia a dia...só correria
Vejo estampado em vários rostos a agonia de Josés e Marias
Que já não vivem apenas sobrevivem...essa condição caótica
Embaça minha ótica...fico confuso, perco o fuso
Mas não fujo muito menos me entrego a esse jogo sujo.
O que “eles” querem eu já sei ( querem enganar a quem?)
Tudo sempre dentro da lei...o povo dominado sempre dizendo amém!
Sigo fora disso tudo pois quero ir alem...não vou pisar na cabeça de ninguém por meia dúzia de notas de cem.
Vivendo no meio dos”porcos” sem comer a lavagem...essa é a rota de minha viagem.
O Globo ta inchado...o clima alterado
Destruição da Amazônia e do Cerrado
Nas grandes cidades todos amontoados...até para respirar já ta embaçado
Corrupção rolando solto no senado...o suor do meu povo é combustível
Pra máquina do Estado...cambada de safados!
Onde o capitalismo com seu imperialismo
Prega o consumismo levando nossa gente pro abismo
Isso sim é terrorismo
Se duvidas, proponho a você
Ligue a TV e irá perceber
O que o Sistema tem a oferecer
A fórmula da felicidade vão querer te vender
Te impondo que o importante é ter e não ser
Comprem ...comprem...pois isso sim é crescer
É assim que nos forçam viver
Sem cultura...uma boa leitura...cursando escola até a formatura
Mais nos sobram...viatura...tortura..resquício de ditadura
Mais de 500 anos de vida dura
Por isso não caia nessa armadilha...faça você mesmo sua trilha
Não fortaleça os políticos...corra por sua família!!

Vivendo entre os “porcos” sem comer a lavagem esse é o desafio de minha passagem!!


Tubarão


www.dulixo13.blogspot.com

SÃO PAULO MEU AMOR E MINHA DECEPÇÃO!!!



Cidade Ademarista do rouba, mas faz. Malufista inveterada, adepta da direita
collorida, do opoio irrestrito à ditadura. São Paulo da sociedade egoista e melindrosa.

Já foi chamada de túmulo do samba, porque a sociedade não sambava. Tudo tem cura e hoje até samba.

Só havia uma exceção histórica: AQUI PFL NUNCA TEVE VEZ! PFL era o quintal da Bahia... de São Paulo JAMAIS!!!

Que santa ignorância é essa? Basta mudar o nome de PFL para DEM e São Paulo virou Bahia????????? Como assim????????

ACM Neto perde em Salvador... nem os bahianos querem os DEMos e São Paulo quer?

Era o que faltava: São Paulo agora é quintal do PFL!!!

Precisei viver para ver isso! Tenho VERGONHA de ser Paulista!!!



Por: Carlos Figueiredo¹³

sábado, 18 de outubro de 2008

Banda Raizes de Jave



http://www.bandaraizesdejave.blogspot.com/

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Encontro de Compositores

crique

" M E N I N O S D O B R A S I L"



Ontem o sarau da Cooperifa pegou fogo, 15 de Outubro
além de ter sido o dia do Professor foi também o lançamento
do livro do poeta "Márcio Batista" e que lançamento!

O bar do Zé Batidão ficou pequeno, pois era tanta gente,
tanta gente que mau dava para se mover, eu particularmente
achei muito loco o sarau de ontem, vários poetas e amigos
marcaram presença e chegaram com tudo, chegaram trincando e representaram.

À família do poeta também estava presente,
muita gente ficou do lado de fora mas puderam
ouvir os poetas e poetizas recitando.

Quero deixar aqui um salve especial para o Márcio Batista
e dizer que o livro, "Meninos do Brasil" veio pra fortalecer
a cena literária, é um livro muito bom e gostoso de se ler...
eu recomendo.

É isso mesmo Guerreiro. " M E N I N O S D O B R A S I L"

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Nego Chic

Poesia feita para o Rapper
" Nego Chic " Os Guerreiroz.



Esse nego tem História
Esse nego é um Guerreiro
Esse nego é aquele
que fugiu do cativeiro.

Esse nego é ousado
Esse nego tem poder
Esse nego é a aquele
que tem força pra vencer.

Esse nego é do gueto
Esse nego é valente
Esse nego é aquele
que quebrou as correntes.

Esse nego é da gente
esse nego é copetente
esse nego é aquele
que luta com unhas e dentes.

Esse nego é um heroi
Esse nego é feroz
Esse nego é aquele
que não se entrega jamais.

Esse nego é um irmão
esse nego tem atitude
esse nego é um Guerreiro
esse nego é o nego Chic.



Poesia de Fuzzil.

Alessandro Buzo no Programa "Provocações"

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Quero gritar

Quero gritar
pro mundo inteiro escutar
o amor por ti
que em meu peito faz morada!

Quero gritar
em todos os cantos
o quanto a sua existência
se faz presente em minha vida!

Quero gritar
esse amor que não se contém aqui dentro
parece que vai explodir feito um vulcão

Quero gritar
o amor que em minhas veias correm
fazendo pulsar meu coração!


Quero gritar
em todos os cantos
o quanto a sua existência
se faz presente em minha vida!

Quero gritar
esse amor que em mim fez brotar as lágrimas, o sorriso,
a saudade, o sentir que estou viva!

Quero gritar
Esse amor por despreso mais despreso que me dê
Somente eu, sou capaz de suportar a dor!

Quero gritar
o amor mais verdadeiro
que Deus permitui-me sentir
por alguém tão ESPECIAL.

VOCÊ! (Vida)


Por: De Lourdes Peixoto

"MENINOS DO BRASIL"

COOPERIFA E AÇÃO EDUCATIVA APRESENTAM:

LANÇAMENTO DO LIVRO
"MENINOS DO BRASIL"
1º LIVRO DE POEMAS
DE MÁRCIO BATISTA


DIA 15 DE OUTUBRO 20HS
NO SARAU DA COOPERIFA
Bar do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos,
797 Chácara Santana
(Perto da Igreja de
Piraporinha) Zona Sul-SP

Festival Poetas do Gueto


Cric

domingo, 12 de outubro de 2008

Dia das Crianças

Brincadeiras

De criança, pega-pega
Amarelinha, bicicleta
Papagaio, futebol
Estrela nova cela,
Polícia e ladrão
Bolinha de sabão
Cobra cega, pique esconde
Pular corda é muito bom
Jogar taco, bolinha de gude
Rodar pião, passar anel,
Carrinho de rolemã
Barquinho de papel,
Agacha fruta, salada mista
Ciranda cirandinha
O mestre mandou
Roubar bandeira, yoyo
Bibioque, corrida de saco
Queimada, estátua...
Foram tantas as brincadeiras
Que a gente não se esquece,
Criança feliz... feliz a cantar
Joguei os dados para o ar,
A música do sapo
Lembro-me dos palhaços
Atim, Espirro, Bozo e outro mais...
Cantei, dancei, brinquei
Divertir-me a beça,
De criança, pega-pega
Brincadeiras inesquecíveis
Papagaios coloridos...
Versos improvisados
Não sei, se ele morreu...
Mas atirei o pau no gato.

FUZZIL

Dia das Crianças

Peguei um saco de poesia
no dia 12 de Outubro
Distribui gratuitamente
para crianças nas ruas.

Trova

Soneto

Cordel

Senti-me naquele dia
um velho papai noel
Vi crianças sorridentes
lendo com atenção
Para mim foi maravilhoso
uma grande satisfação.


Poesia de Fuzzil

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

2 Guerreiros


Jairo " Periafricania e Matrix no lançamento do livro, Pelas periferias do Brasil II... lançado na Ação Educativa, salve os 2 Guerreiros que vem representando o Hip Hop Nacional.

Jéssica Balbino


por Renato Vital

Seu sorriso encanta
Sua coragem é tanta
Tem na mente e no coração
Armas pra revolução

Sua beleza é mais do que isso
Beleza inteligência no nível
Com sua inteligência ativa
Muda as pessoas a quem cativa

Ama o Hip-Hop de coração
Considera de verdade os irmão
Vive a vida na correria
Sempre batalhando no dia a dia

Cabelos longos
Longos como a jornada
Jornalista do Jornalismo
Jornada imensa, imenso caminho

Jéssica Balbino
Seu olhar brilha
Seu rosto que penumbra
Através da luz

A caneta na sua mão
Vai desenhando o futuro
Carimbando com sua inteligência
Todo e qualquer ser imundo

Sua beleza faz parte
De sua ideologia
Que também é bela
Justiça aqui na terra

Quando anda pelas ruas
As flores sentem seu cheiro
O vento sopra mais leve
E o sol ilumina seu jeito

As palavras em seu nome
Se transformam nas palavras
Desse humilde poeta
Que corteja sua face

Ela vai caminhando
Em busca de seus objetivos
Com seu charme mineiro
Olha pra mim sorrindo

O seu sorriso faz parte
Da sua pessoa então
Que complementa sua beleza
Junto com sua simpatia

Jéssica és bela
Suas palavras te cercam
Seu sorriso se preza
È uma linda guerreira aqui na terra.


por Renato Vital

Gueto ao vivo

crique

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Pra ti . . ." Raquel "



É pra ti querida
Bela como tu és
Rosas vermelhas
Para uma dama.

É pra ti querida
Bela como tu és
Rosas vermelhas
Para uma flor.

É pra ti querida
Bela como tu és
Com carinho e amor.




Fuzzil

Fita Dada

A fita fora dada. Fernando não imaginava que iria ter tanta gente no local; percebi que ele estava um tanto nervoso e disse:
-Mano, relaxa, fica de boa, que vai dá tudo certo. O lance é o seguinte parceiro: você vai ficar perto do Buzo; quando for a tua vez de entrar, chega com tudo arrebenta.
Não esquenta a cabeça, fique 'a pampa', pois o bagulho vai ser 'mil grau', você vai tirar de letra e depois vai ouvir os fortes comentários.
O movimento dentro do ambiente aumentava cada vez mais, apesar da noite fria e a garoa.
Fernando foi ficando um pouco mais calmo. Tá certo que eu também estava meio nervoso, Deus me livre se algo desse errado, mas fiquei de boa pra não atrapalhar. As pessoas se movimentavam de um lado para o outro, uns com agenda, outros com bolsas. Avistei uma garota ruiva com um livro na mão. Robson estava de canto, só observando. o meu celular tocou.

Alô!
Salve rapaz firmeza!
Salve, quem tá falando?
É o Wton, truta! Aê, sangue, tá tudo no pente? o Gilberto
vai colar com o Fuzzil e já é.
-Tá certo, to no aguarde.

Fernando, tinha bolado o plano no mês passado, e teve a idéia de me chamar para participar. No começo, fiquei meio sem jeito. Na verdade não queria me envolver, mas conheço o cara a 'miliano' e pelo fato de ser um grande amigo, resolvi chegar junto com ele.
Todos estavam na espectativa, lembro-me de ter tomado um copo de vinho para ficar na disposição, e perguntei se ele tinha comentado com mais alguém.
-Que louco, olha só o tanto de gente no bagulho, Disse Fernando.

Vinte horas em ponto, tudo começa. Fernando foi o terceiro a entrar em cena, Tiago fora o primeiro. Com um papel em umas das mãos, percebi seu nervosismo. No início até pensei que iria dar errado, nessas horas agente pensa mil fitas. Dona Maria, de 60 anos de idade, quase teve um infarto, não imaginava que seria pega de surpresa.

Assim que Tiago entrou, na sequência veio o Robson. Ninguém dentro do ambiente notou que o mesmo estava envolvido no esquema. Robson saiu do canto e no sapatinho, não disse sequer uma só palavra. atento, ele espera a hora certa para agir.

Fernando mandou bem, estava ao lado do Buzo quando ouviu gritarem pelo seu nome. Ele correu para o meio do povo e, como se tivesse transformado em um bicho feroz, chegou com tudo na fúria e disparou rajadas. Rajadas de palavras na cabeça das pessoas.

Tudo esquematizado. Depois de uma belíssima interpretação e de ter sido bem aclamado, ele disse:
-Esse poema dedico à Dona Maria, uma Guerreira da periferia!
Outras pessoas também recitaram, e o sarau ocorreu de uma forma cabulosa. Gente bonita, música e poesia.

Fuzzil

Duas Estrelas

A estrela que está no céu
Pôs-se um dia a voar
Viu outra estrela nas ondas
Era a estrela do mar

As duas estrelas se olharam
E ficaram encantadas
Juntas nadaram, voaram
Duas estrelas apaixonadas

E ao darem o primeiro beijo
Tornaram-se uma estrela cadente
Se a vires, pede um desejo
Como faz tanta gente



Pedro Farinha

sábado, 4 de outubro de 2008

Fernando Pessoa

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.



(Fernando Pessoa)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Morador de rua.

Por : ANDRÉA


Amanhece mas um dia.
Acordo com a luz do sol em minha face.
Foi uma madrugada fria.
Não tinha coberta, nem disfarces.
Meu café da manhã, não sei o que será.
Necessito de alimento, reviro o lixo e começo procurar.
Meus pés estão cansados.
Já andei o bastante estou exausto.
Meu corpo está suado do calor.
Procuro refugio, olhando os prédios altos.
Gente diferente circulam em minha frente.
Correm de um lado para o outro, são pessoas decentes.
Lutando pelo seu próprio conforto.
Vou me banhar nas águas que decoram a praça.
Chega à hora do almoço.
Sinto-me triste meio sem graça.
Vou dividir com os cães o osso.
Quem sabe essa fome passa.
Chegou à noite novamente.
Gosto de admirar a lua.
Me sinto vivo, me sinto gente.
Mesmo sendo um morador de rua.


ANDRÉA!!!

A RAPA REUNIDA



Nego Chic, Aliança Racial,
Big W,Escovinha Miliano,
Robson Canto e Rappin Hood
na Cooperifa.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Quem tem medo de monstro?... Eu tenho!

Robson Canto disse...

"Cinco anos de misérias e de sofrimentos, eis o que significa a minha estadia nessa cidade de prazeres. Cinco anos em que, primeiro como ajudante de operário, depois como aprendiz de pintor, vi-me forçado a trabalhar pelo pão cotidiano, mesquinho pão que nunca bastava para saciar minha fome habitual. A fome era então minha companheira fiel, que nunca me deixava sozinho e que de tudo igualmente participava. Cada livro que eu comprava aumentava a sua participação na minha vida*"

O texto acima poderia ser escrito por um trabalhador qualquer se não tivesse sido escrito pelo grande filho da puta (acho que a mãe dele nem tenha culpa das monstruosidade do filho) do Adolf Hitler.
Agora expliquem-me se for possível como uma pessoa que já passou até fome se trasforma em um monstro?

* Mein Kampf (Minha Luta) Adolf Hitler. págs 22 e 23. Editora Centauro.

"PRECISAMOS SABER O QUE O INIMIGO PENSA" PRETO GHÓEZ

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

AMOR DISSOLUTO



No encantamento de um sonho se fez presente
A embriagar-me com sua insolência amorosa
Homem garbo, de inteligência viril.

Em momentos de extrema frigidez
Demonstrou-se forte, a tirar-me daquele abismo,
Abismo que levaria-me à morte.

Levantou-me das ruínas mais profundas
Dos espinhos que entrelaçavam meu ser,
Minha vida, minha estrada.

No, entanto, não passou de uma libertinagem
Que afogou-me no mar negro, em que o desejo
Tornou-se fraco, o qual dissolveu-me por inteira,
Foi o veneno pro meu coração.

Amor Dissoluto que de mim, sugou a alma!
Da lua sugou a luz!
Do amor sugou-se tudo!

Cadê eu? Morri!



De Lourdes